Eu sei que a gente pensa que tentando escrever podemos resolver alguma coisa pelo simples fato de não querer olhar nos olhos ou por medo de encarar de frente como adultas. E nós ESCREVEMOS. E começo perguntando: Amizade?Apegação? Sangue das veias? Eu imagino que muito mais que tudo isso e não vai se desfazer como uma diluição e transparecer-se. Isso está no profundo essa coisa toda! O fato não é que eu esteja classificando a situação como COISA, mas a razão da distância. A distância do longe. O antônimo de perto. Distante porque existe um espaço entre nós por causa de obrigações ou por relações afetivas. É essa distância que queria e não a que tenta me rodear e não consegue, a do ESQUECIMENTO.As cobranças podem até aparecer no meio, como também os desentendimentos. As mágoas? são com elas que aparecem os perdões, mas fico pensando porque eu achei que isso não poderia acontecer? Maturidade de menos ou infantilidade de mais?
Só o tempo irá me responder essa questão.