Verdades Sobre Mim...

domingo, 10 de outubro de 2010

Eu tenho que te contar uma coisa


Tempestade cerebral, me leve para longe do normal. Isso mesmo! Viajar no tempo que às vezes é quase sem volta, sem sentido.Paralisa.
Eu tenho que te contar uma coisa: Esse fenômeno, eu tive que colocar em uma canção (a canção dos meus medos).E ela vai como... Como um pássaro que voa sem rumo. Como um navio que precisa ancorar num porto. Ahhh quem me dera fosse um marinheiro!

Você deve saber o que me trás aqui.
Você desliza pela minha cabeça e me deixa cega.
E eu sei porque.
Você vive muito longe.

Sua voz soa como um sino, mesmo assim, não desista de sua independência!!!
A menos que isso pareça certo demais.
Nada de bom vem facilmente.
Algumas vezes você tem que lutar.

Lançaram-se mil barcos em meu coração.
Tão fácil, ainda é ótimo de longe
E você sabe que:
Tempestade cerebral me leve para longe da normal.

Eu tenho que te contar uma coisa.


terça-feira, 5 de outubro de 2010

Verdades em poucas palavras


Krauss. Dizia ele que o aforismo dificilmente coincide com a verdade. Mas quase sempre sugere esses alcances: ou é uma meia verdade ou expressa verdade e meia.

De mim chego a pensar que o aforismo teria que passar primeiramente pelo SONHO, ou promanar duma MESA de BAR e ACABAR consignado na folha em branco de algum caderno de cismas ou pensamentos.


sábado, 11 de setembro de 2010

Uma nota sobre amizade

Eu sei que a gente pensa que tentando escrever podemos resolver alguma coisa pelo simples fato de não querer olhar nos olhos ou por medo de encarar de frente como adultas. E nós ESCREVEMOS. E começo perguntando: Amizade?Apegação? Sangue das veias? Eu imagino que muito mais que tudo isso e não vai se desfazer como uma diluição e transparecer-se. Isso está no profundo essa coisa toda! O fato não é que eu esteja classificando a situação como COISA, mas a razão da distância. A distância do longe. O antônimo de perto. Distante porque existe um espaço entre nós por causa de obrigações ou por relações afetivas. É essa distância que queria e não a que tenta me rodear e não consegue, a do ESQUECIMENTO.
A amizade não precisa exatamente ter a simetria e proporção dos templos gregos e também a desordem e o estreito das ruas medievais, porque são dos valores simplistas de que me estou referindo e deixando de lado os valores colossais da nossa.
As cobranças podem até aparecer no meio, como também os desentendimentos. As mágoas? são com elas que aparecem os perdões, mas fico pensando porque eu achei que isso não poderia acontecer? Maturidade de menos ou infantilidade de mais?

Só o tempo irá me responder essa questão.